
ÁREAS DE ATUAÇÃO E SERVIÇOS
MACRO PAISAGISMO
Por meio do cultivo de espécies de plantas que se adaptam bem a ambientes com água rica em nutrientes, os jardins biofiltrantes são capazes de reter substâncias potencialmente prejudiciais à saúde humana. Estas partículas são absorvidas por estas plantas, que passam a sintetizá-las no seu crescimento, deixando os cursos d’água mais limpos e restabelecendo o equilíbrio ambiental. Além disso, os jardins biofiltrantes, quando feitos em áreas alagáveis, como lagoas e riachos, evitam a erosão do solo e a degradação do entorno.
Trazer a natureza para perto e restabelecer um convívio harmônico com o meio, valorizando aspectos dos projetos de arquitetura e decoração. Assim, os jardins projetados por Bruno Ary mesclam características locais a referências dos jardins europeus, ao exotismo de espécies asiáticas ou africanas, com a sempre presente pitada tropical de espécies dos ecossistemas brasileiros. Tudo isto a partir de um minucioso estudo de viabilidade, levando em consideração características como incidência solar, disponibilidade de água e de manutenção.
JARDINS VERTICAIS
Ideais para pequenos espaços, jardins verticais utilizam estruturas fixadas à parede e substrato específicos para criar paredões cênicos, trazendo o colorido da natureza para ambientes internos e fachadas externas com pouca ou nenhuma disponibilidade de solo. Exigem sistema de irrigação específico.
Além da composição visual e da redução do stress propiciada por jardins em ambientes corporativos, este tipo de jardim também ajuda a conectar os clientes à experiência que a empresa quer propiciar, denotando ainda valores como sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.
A água não é apenas o elemento essencial para a vida em qualquer jardim, mas espelhos d’água também podem ser convertidos em um jardim e criar um microbioma específico. A partir do uso de espécies aquáticas, a exemplo da amazônica vitória-régia, dos aguapés ornamentais e das plantas sagradas do tipo ninféias (candomblé) e lótus (hinduísmo e budismo), entre outras espécies, o paisagismo aquático atua tanto no reequilíbrio quanto no fortalecimento da biota, aumentando a disponibilidade de comida para animais aquáticos, por exemplo.
Principal ativo das cidades no enfrentamento às mudanças climáticas e melhoria da qualidade de vida da população, os parques públicos são espaços de convivência que precisam ser cada vez mais valorizados e ocupados. Além disso, a requalificação dos parques amplia os chamados serviços ambientais - função ecológica do espaço, como permeabilidade do solo, controle de cheias, captura de carbono, entre outros. A estratégia mais eficaz para tornar estes equipamentos convidativos para que as pessoas frequentem é combinar uma diversidade de espécies vegetais - priorizando as nativas, mas sem excluir as exóticas que se adaptam bem ao local - a mobiliário urbano pensando a partir das necessidades e vocações do parque. Por exemplo: a partir da disponibilidade de água, é possível inserir jardins aquáticos ou biofiltrantes, fortalecendo a biota local.
Ao longo de quatro anos, Bruno Ary coordenou de projetos de requalificação de vários parques na cidade de Sobral, no Ceará, como a bem sucedida experiência dos jardins biofiltrantes no Parque Pajeú, Parque Lagoa da Fazenda, margens do rio Acaraú, Parque Aurelio Ponte, além de mais de 200 praças e logradouros públicos pelo município.
Outra estratégia fundamental para a melhoria dos indicadores ambientais de uma cidade é a arborização urbana. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o mínimo ideal de áreas verdes é 16m² por habitante, número ainda não alcançado pela maioria das grandes cidades no Brasil. Para além da reinserção das espécies vegetais nativas, atraindo novamente pássaros e pequenos mamíferos, por exemplo, a arborização urbana também é capaz de melhorar o conforto térmico da cidade. Em regiões bem arborizadas, é possível haver redução de até quatro graus centígrados na temperatura em relação a regiões asfaltadas e sem sombra.
A arborização urbana está diretamente relacionada com a qualidade de vida dos cidadãos, impactando, inclusive, na melhora da saúde pública. Também é um estímulo para o uso de transporte sustentável, como bicicletas e locomoção a pé. Bruno Ary coordenou o Plano de Arborização Urbana de Sobral, que vem se mostrando como referência para outras cidades do semiárido.
As piscinas naturais são uma tendência mundial, na medida em que as pessoas passam a se preocupar mais com a sua saúde, bem como a do meio ambiente ao redor, buscando trazer a riqueza da natureza para dentro de casa. Em comparação com as piscinas convencionais, não utilizam produtos químicos tóxicos para sanitizar o ambiente com frequência, trazendo vida para a piscina, que se utiliza das regras de equilíbrio da natureza para criar um pequeno ecossistema aquático dentro de casa, com água limpa, plantas e peixes, proporcionando uma viva e única.
DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO
Pensar em empreendimentos sustentáveis e com o menor impacto possível não é somente uma exigência legal, mas uma demanda do presente, em todos os segmentos. Entender que as construções precisam resguardar áreas verdes, restaurar nascentes e cursos d’água e integrar-se à paisagem e à comunidade é garantir o futuro das próximas gerações e, por consequência, do próprio mercado imobiliário e, a curto prazo, a satisfação dos moradores.
Projetos atualmente em implantação, como o distrito sustentável Lago Montenegro e o loteamento praiano Vila do Chapéu, contam com a consultoria ambiental de Bruno Ary para a formação de um anel de preservação ambiental ao redor de uma lagoa e execução de lago artificial, paisagismo e reflorestamento em área de preservação, respectivamente.
MACRO PAISAGISMO
Voltado para a melhoria de espaços públicos como ruas, avenidas, praças, canteiros e parques, ou para o desenvolvimento imobiliário (loteamentos e condomínios), o macro paisagismo é o principal aliado da arquitetura e do urbanismo para criar ambientes mais amigáveis para fruição das pessoas.
JARDINS BIOFILTRANTES
Por meio do cultivo de espécies de plantas que se adaptam bem a ambientes com água rica em nutrientes, os jardins biofiltrantes são capazes de reter substâncias potencialmente prejudiciais à saúde humana. Estas partículas são absorvidas por estas plantas, que passam a sintetizá-las no seu crescimento, deixando os cursos d’água mais limpos e restabelecendo o equilíbrio ambiental. Além disso, os jardins biofiltrantes, quando feitos em áreas alagáveis, como lagoas e riachos, evitam a erosão do solo e a degradação do entorno.
JARDINS RESIDENCIAIS
Trazer a natureza para perto e restabelecer um convívio harmônico com o meio, valorizando aspectos dos projetos de arquitetura e decoração. Assim, os jardins projetados por Bruno Ary mesclam características locais a referências dos jardins europeus, ao exotismo de espécies asiáticas ou africanas, com a sempre presente pitada tropical de espécies dos ecossistemas brasileiros. Tudo isto a partir de um minucioso estudo de viabilidade, levando em consideração características como incidência solar, disponibilidade de água e de manutenção.
JARDINS VERTICAIS
Ideais para pequenos espaços, jardins verticais utilizam estruturas fixadas à parede e substrato específicos para criar paredões cênicos, trazendo o colorido da natureza para ambientes internos e fachadas externas com pouca ou nenhuma disponibilidade de solo. Exigem sistema de irrigação específico.
JARDINS CORPORATIVOS
Além da composição visual e da redução do stress propiciada por jardins em ambientes corporativos, este tipo de jardim também ajuda a conectar os clientes à experiência que a empresa quer propiciar, denotando ainda valores como sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.
PAISAGISMO AQUÁTICO
A água não é apenas o elemento essencial para a vida em qualquer jardim, mas espelhos d’água também podem ser convertidos em um jardim e criar um microbioma específico. A partir do uso de espécies aquáticas, a exemplo da amazônica vitória-régia, dos aguapés ornamentais e das plantas sagradas do tipo ninféias (candomblé) e lótus (hinduísmo e budismo), entre outras espécies, o paisagismo aquático atua tanto no reequilíbrio quanto no fortalecimento da biota, aumentando a disponibilidade de comida para animais aquáticos, por exemplo.
PARQUES PÚBLICOS
Principal ativo das cidades no enfrentamento às mudanças climáticas e melhoria da qualidade de vida da população, os parques públicos são espaços de convivência que precisam ser cada vez mais valorizados e ocupados. Além disso, a requalificação dos parques amplia os chamados serviços ambientais - função ecológica do espaço, como permeabilidade do solo, controle de cheias, captura de carbono, entre outros. A estratégia mais eficaz para tornar estes equipamentos convidativos para que as pessoas frequentem é combinar uma diversidade de espécies vegetais - priorizando as nativas, mas sem excluir as exóticas que se adaptam bem ao local - a mobiliário urbano pensando a partir das necessidades e vocações do parque. Por exemplo: a partir da disponibilidade de água, é possível inserir jardins aquáticos ou biofiltrantes, fortalecendo a biota local.
Ao longo de quatro anos, Bruno Ary coordenou de projetos de requalificação de vários parques na cidade de Sobral, no Ceará, como a bem sucedida experiência dos jardins biofiltrantes no Parque Pajeú, Parque Lagoa da Fazenda, margens do rio Acaraú, Parque Aurelio Ponte, além de mais de 200 praças e logradouros públicos pelo município.
ARBORIZAÇÃO URBANA
Outra estratégia fundamental para a melhoria dos indicadores ambientais de uma cidade é a arborização urbana. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o mínimo ideal de áreas verdes é 16m² por habitante, número ainda não alcançado pela maioria das grandes cidades no Brasil. Para além da reinserção das espécies vegetais nativas, atraindo novamente pássaros e pequenos mamíferos, por exemplo, a arborização urbana também é capaz de melhorar o conforto térmico da cidade. Em regiões bem arborizadas, é possível haver redução de até quatro graus centígrados na temperatura em relação a regiões asfaltadas e sem sombra.
A arborização urbana está diretamente relacionada com a qualidade de vida dos cidadãos, impactando, inclusive, na melhora da saúde pública. Também é um estímulo para o uso de transporte sustentável, como bicicletas e locomoção a pé. Bruno Ary coordenou o Plano de Arborização Urbana de Sobral, que vem se mostrando como referência para outras cidades do semiárido.
COMPLEXOS DE LAZER
O propósito de reconectar pessoas e natureza também é seguido à risca em projetos de equipamentos de lazer privados. Assim, é possível reunir ar fresco, vegetação exuberante, atividades esportivas ao ar livre, cultura e gastronomia em um mesmo espaço. Exemplos disso são o já tradicional Colosso Fortaleza, um complexo gastronômico e de entretenimento com filosofia sustentável, na beira de uma lagoa exuberante em Fortaleza (CE); o Z’Alpes Eco Park, em Tianguá (CE), que oferece hospedagem em camping e cabines rústicas, em meio a uma área coberta pela vegetação de Mata Atlântica do Maciço da Ibiapaba, com trilhas e mirantes; e o Canto Chão, em Carnaubal, também na Ibiapaba. Este ecoparque fica nas margens do rio Inhuçu, com cachoeiras, trilhas e equipamentos esportivos. Nestes espaços, o paisagismo atua como elo de ligação entre as estruturas comerciais e o ambiente natural, trazendo sensação de encantamento aos visitantes.
PISCINAS NATURAIS
As piscinas naturais são uma tendência mundial, na medida em que as pessoas passam a se preocupar mais com a sua saúde, bem como a do meio ambiente ao redor, buscando trazer a riqueza da natureza para dentro de casa. Em comparação com as piscinas convencionais, não utilizam produtos químicos tóxicos para sanitizar o ambiente com frequência, trazendo vida para a piscina, que se utiliza das regras de equilíbrio da natureza para criar um pequeno ecossistema aquático dentro de casa, com água limpa, plantas e peixes, proporcionando uma viva e única.
DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO
Pensar em empreendimentos sustentáveis e com o menor impacto possível não é somente uma exigência legal, mas uma demanda do presente, em todos os segmentos. Entender que as construções precisam resguardar áreas verdes, restaurar nascentes e cursos d’água e integrar-se à paisagem e à comunidade é garantir o futuro das próximas gerações e, por consequência, do próprio mercado imobiliário e, a curto prazo, a satisfação dos moradores.
Projetos atualmente em implantação, como o distrito sustentável Lago Montenegro e o loteamento praiano Vila do Chapéu, contam com a consultoria ambiental de Bruno Ary para a formação de um anel de preservação ambiental ao redor de uma lagoa e execução de lago artificial, paisagismo e reflorestamento em área de preservação, respectivamente.